O SEU SITE DE LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS!!!
APARTAMENTOS
 
CASAS
 
SALAS COMERCIAIS
 
 
 
 
NOTÍCIAS DO SETOR IMOBILIÁRIO

 

26/11/2008 - Creci-SP: taxa de juros para financiar imóveis está entre 6,17% e 14,5%

25/11/2008 - Financiar com CEF superou pagamento à vista na região do ABCD, Guarulhos e Osasco

21/11/2008 - Governo poderá facilitar o uso do FGTS na compra de imóveis, afirma Lupi

19/11/2008 - Lançamento de condomínios-clubes deve dobrar nos próximos três anos

18/11/2008 - No ano, estoque de emprego na construção civil atinge recorde de 2,188 milhões

10/11/2008 - Programa para checar se obra é legal registra mais de 9.500 acessos

28/10/2008 - Mais de 100 mil serão beneficiados por crédito habitacional via consignado

15/10/2008 - Crise não afeta procura por crédito na Caixa Econômica Federal

25/09/2008 - Em SP, imóveis comerciais de alto padrão têm menor taxa de vacância desde 2001

24/07/2008 - Financiamento de imóvel: no semestre, volume contratado cresceu 34% na CEF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Creci-SP: taxa de juros para financiar imóveis está entre 6,17% e 14,5%

Equipe InfoMoney
26/11/08

SÃO PAULO - De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (26) pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), os bancos cobram uma taxa anual de juros entre 6,17% e 14,5% para o financiamento de imóveis.

O estudo foi realizado com oito instituições bancárias: Bradesco, Santander, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real ABN, Unibanco e Caixa Econômica Federal.

Condições de financiamentos
Os financiamentos são concedidos para pagamentos entre 10 anos e 30 anos de acordo com o plano escolhido pelo consumidor. Os bancos financiam de 80% a 100% do valor do imóvel.

Para ter acesso a esse crédito o consumidor precisa ter uma renda de no mínimo R$ 1 mil, que varia de acordo com a empresa credora e o tipo de financiamento escolhido.

Variações
O financiamento que apresenta a maior taxa de juros por ano é o plano Carta de Crédito Caixa SBPE/Fora do SFH. A taxa de juros pré-fixada de 14,5% é oferecida em financiamentos de até 30 anos para a aquisição de imóveis de até R$ 350 mil.

Já o plano com a taxa de juros menor é o Carta de Crédito Caixa FGTS/Individual com 6,17% anuais, destinados para quem tem renda entre R$ 415 e R$ 1.875 para compra de imóveis de até R$ 130 mil, nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

A importância da pesquisa
De acordo com o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, antes de o comprador financiar um imóvel, é recomendável que ele faça uma boa pesquisa.

"O levantamento torna evidente a necessidade de o comprador de imóvel fazer uma pesquisa detalhada e cuidadosa sobre as condições dos empréstimos, consultando vários bancos, para achar o financiamento mais adequado ao seu padrão de renda e à sua capacidade de pagamento", afirma o presidente do Creci-SP.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Financiar com CEF superou pagamento à vista na região do ABCD, Guarulhos e Osasco

Equipe InfoMoney
25/11/08

SÃO PAULO - No nono mês do ano, a maior parte dos moradores do ABCD, Guarulhos e Osasco comprou um imóvel usado com financiamento da Caixa Econômica Federal, que registrou 48,21% de participação do total de crédito da região.

Segundo pesquisa divulgada na última sexta-feira (21) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), esta forma de pagamento superou os negócios à vista, predominantes em todas as regiões do estado. Isso porque estes últimos corresponderam a 40,18% das vendas de setembro.

A Caixa é a principal instituição dos financiamentos. Para se ter uma idéia, as demais instituições ficaram com participação de 4,46%.

Capital
Na capital, por sua vez, a Caixa financiou 29,59% dos imóveis vendidos em setembro, enquanto os pagamentos à vista responderam por 55,03%, conforme a tabela abaixo:

Venda de imóveis na cidade de São Paulo em setembro
Forma de pagamento
Participação
À vista
55,03%
Financiamento com CEF
29,59%
Financiamento com outros bancos
11,83%
Direto com proprietário
3,55%
Consórcio
zero

Fonte: Creci-SP

Mais vendidos
Ainda de acordo com os dados, coletados em 1.490 imobiliárias pelo Creci-SP, no nono mês do ano, os imóveis mais vendidos foram aqueles com valor acima de R$ 200 mil, que responderam por 47,21%. Em seguida, aparecem os com valor entre R$ 61 mil e R$ 80 mil, representando 9,64% das vendas.

Os apartamentos foram os preferidos, representando 67,35% dos negócios fechados.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Governo poderá facilitar o uso do FGTS na compra de imóveis, afirma Lupi

Roberta de Matos Vilas Boas
21/11/08

SÃO PAULO - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou, na última quinta-feira (20), durante a apresentação dos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de outubro, que o governo ainda estuda formas de facilitar o uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para a compra de imóveis.

"A construção civil é o setor que tem o maior crescimento na geração de empregos no Brasil. Esta área mexe com algo que é muito importante para o cidadão brasileiro: ter a sua casa própria. Então essa demanda existe. Temos ainda mais de 10 milhões de déficit de unidades habitacionais. Precisamos continuar investindo nesse setor, que precisa de linhas de crédito", disse.

Geração de empregos
Entre janeiro e outubro deste ano, a construção civil gerou 303.031 postos celetistas de trabalho, o que significa uma alta de 19,8% no ano, índice acima da média nacional, de 7,42%.

Segundo o ministro, a estimativa é de que os recursos do FGTS que serão investidos no próximo ano, gerem cerca de 1,378 milhão de empregos na habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Lançamento de condomínios-clubes deve dobrar nos próximos três anos

Roberta de Matos Vilas Boas
19/11/08

SÃO PAULO - O lançamento de condomínios-clubes deverá duplicar nos próximos três anos na região metropolitana de São Paulo. Segundo levantamento feito pela Lello, entre 2009 e 2011, o número desses empreendimentos deverá saltar de 140 para 299, uma alta de 114%.

Estes condomínios, geralmente instalados em terrenos com áreas superior a 8 mil metros quadrados, possuem opções de lazer como quadras de tênis, academias, espaço gourmet, serviços de pet care, mini campos de golfe e garage band.

Atenção do síndico
Com o crescimento esperado, os condomínios-clube passarão a representar 18% dos lançamentos imobiliários em 2011. Porém, a Lello alerta que oferecer tantos recursos em uma área muito grande, geralmente com três ou mais torres, exige atenção especial do síndico e da equipe que gerencia o condomínio, para que os espaços e equipamentos funcionem de forma adequada.

"Contratar profissionais especializados em recreação e promover encontros temáticos, por exemplo, sempre com um cronograma definido, dão vida a esses espaços e evitam que fiquem ociosos. Os contratos com os fornecedores e prestadores de serviços requerem muito cuidado, para que se garanta uma correta manutenção de tudo o que é oferecido", afirma a gerente de marketing da Lello Condomínios, Angélica Arbex.

Para incentivar o uso desses espaços, podem ser realizadas algumas ações, como contratar profissionais especializados em recreação, para desenvolver atividades com jovens e crianças ou, ainda, realizar palestras com nutricionistas ou cursos de culinária, para que espaços como a Sala Gourmet sejam usados regularmente. Criar campeonatos e torneios, com entrega de prêmios e medalhas, também pode motivar a participação de todos.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

No ano, estoque de emprego na construção civil atinge recorde de 2,188 milhões

Equipe InfoMoney
18/11/08

SÃO PAULO - O número de pessoas empregadas com carteira assinada na construção civil atingiu o recorde de 2,188 milhões entre janeiro e setembro de 2008.

De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (18) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), o setor fechou setembro com 39,8 mil postos de trabalho preenchidos.

O número representa alta de 1,85% em relação a agosto. Já nos últimos 12 meses encerrados em setembro, o avanço é de expressivos 19,88%, com 362,9 mil postos.

Regiões nacionais
Conforme indicaram os dados do sindicato, todas as regiões do País registraram elevação nos postos de trabalho no nono mês deste ano, em relação ao mês anterior.

O destaque fica para o Nordeste, que obteve alta de 2,68%, com a criação de 10,1 mil vagas.

Os Estados do Norte, por sua vez, tiveram desempenho mais tímido, com alta de 1,2%, ou 1.306 empregos a mais.

São Paulo
Considerando o nível de emprego na construção no estado de São Paulo, a pesquisa aponta um incremento de 1,38% em setembro, frente ao mês anterior. Isso significa que 8,2 mil trabalhadores foram contratados.

Na comparação com 12 meses antes, o aumento foi de 20,43%, equivalente à incorporação de 103 mil novos postos de trabalho.

Já na capital paulista, foram criados 3,5 mil postos de trabalho entre agosto e setembro, alta de 1,24%. Em 12 meses, haviam sido contratados mais de 50,2 mil empregados, aumento de 20,96%.

Fonte: InfoMoney
Voltar

____________________________________

Programa para checar se obra é legal registra mais de 9.500 acessos

Roberta de Matos Vilas Boas
10/11/08

SÃO PAULO - O programa da prefeitura de São Paulo, De Olho na Obra, teve mais de 9.500 acessos registrados em três meses, segundo divulgou a própria prefeitura. O sistema permite que um comprador verifique se as condições do imóvel são legais.

Para conhecer as condições de tudo o que está sendo construído na cidade, basta acessar www.prefeitura.sp.gov.br/deolhonaobra, e informar o endereço da construção.

Irregularidades
Com isso, é possível saber se a obra tem ou não alvará e, se for constatada a irregularidade, o cidadão pode denunciar o caso à Prefeitura, também pela internet.

"A tecnologia deve ser usada a favor do cidadão e o uso da internet na prestação do serviço público é garantia de transparência e agilidade", afirma o secretário de desburocratização, Rodrigo Garcia.

Com o sistema, é possível consultar todas as obras feitas desde 1997 na capital paulista, e obter informações como a finalidade do empreendimento, número de pavimentos e metragem.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Mais de 100 mil serão beneficiados por crédito habitacional via consignado

Equipe InfoMoney
28/10/08

SÃO PAULO - Conforme publicado pelo jornal O Dia, na última sexta-feira (24), cerca de 100.800 servidores ativos, inativos e pensionistas do Ministério da Previdência, INSS e Dataprev poderão se beneficiar com financiamento habitacional via crédito consignado.

A novidade, que resultará de um convênio entre o Ministério da Previdência, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil a ser assinado na próxima sexta-feira (31), tem como objetivo facilitar o acesso à casa própria desta parcela da população.

Ainda de acordo com o jornal, a Caixa Econômica só divulgará os valores das taxas na próxima semana.

Financiamentos
Mesmo com a crise, a Caixa Econômica Federal tem mantido sua oferta de crédito e a procura continua alta. Até setembro, o banco liberou R$ 16 bilhões de recursos de habitação, R$ 8,4 bilhões pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), R$ 6,9 bilhões pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e R$ 700 milhões através do consórcio. Isto representa alta de 54% em relação aos recursos liberados no mesmo período de 2007.

De acordo com a Caixa, a liberação proporcionou moradia para 352 mil famílias, o que significa mais de 1,4 milhão de pessoas beneficiadas. Apenas em setembro, a Caixa liberou R$ 2,1 bilhões para habitação.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Crise não afeta procura por crédito na Caixa Econômica Federal

Equipe InfoMoney
15/10/08

SÃO PAULO - Apesar da crise, a Caixa Econômica Federal tem mantido sua oferta de crédito e a procura continua alta. Até setembro o banco liberou R$ 16 bilhões de recursos de habitação - R$ 8,4 bilhões pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), R$ 6,9 bilhões pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e R$ 700 milhões através do consórcio. Isto representa alta de 54% em relação aos recursos liberados no mesmo período de 2007.

De acordo com a Caixa, a liberação proporcionou moradia para 352 mil famílias, o que significa mais de 1,4 milhão de pessoas beneficiadas. Apenas em setembro, a Caixa liberou R$ 2,1 bilhões para habitação. Em saneamento e infra-estrutura, foram R$ 3,8 bilhões, alta de 50% em relação aos nove primeiros meses de 2007, sendo R$ 2,9 bilhões em financiamento e R$ 880 milhões de repasse, distribuídos em mais de 300 projetos.

Mantendo o ritmo
Segundo entende o vice-presidente de finanças da instituição, Márcio Percival, os números mostram que a procura pelas linhas do banco continuam em alta e as captações se mantêm no ritmo esperado. Tanto que os CDBs (Certificado de Depósito Bancário) alcançaram R$ 159 milhões, apesar da greve dos funcionários do banco, desde o início do mês. Com isso, o estoque de poupança na Caixa soma R$ 88,2 bilhões e o de CDBs, R$ 16 bilhões.

Percival disse que a situação tende a melhorar com a política adotada pelo Banco Central de liberação dos recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista e a prazo. De acordo com a Agência Brasil, a medida inclui também depósitos interfinanceiros e a exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e a prazo. Como resultado, foram liberados R$ 2,7 bilhões dos depósitos da Caixa.

O vice-presidente afirmou, ainda, que os recursos liberados serão utilizados para compra de carteiras de crédito de outros bancos e ampliação da oferta de crédito para empresas. "Vamos aproveitar a oportunidade para negociar e ver o que é melhor para a instituição", acrescentou.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Em SP, imóveis comerciais de alto padrão têm menor taxa de vacância desde 2001

Karin Sato
25/09/08

SÃO PAULO - A cidade de São Paulo registrou a menor taxa de vacância de imóveis comerciais de alto padrão disponíveis para locação no segundo trimestre deste ano: apenas 7%, contra os 9,93% do trimestre anterior, segundo dados da consultoria Jones Lang LaSalle.

O estudo mostra que, nos últimos cinco anos, foi registrada uma recuperação do mercado de escritórios de alto padrão - no primeiro semestre de 2003, a taxa de vacância era de 24,11%.

Imóveis de alto padrão
Atualmente, o estoque de imóveis de alto padrão na cidade corresponde a 25% do total de edifícios existente, que equivalem a 2,3 milhões metros quadrados. O setor de serviços respondeu pela maior taxa de aumento na ocupação desses imóveis desde o final de 2006, com crescimento de 25%.

Rio de Janeiro
O desempenho desse mercado também se mostra favorável na cidade do Rio de Janeiro, que é abrangida pelo estudo da consultoria semestralmente. Nos seis primeiros meses deste ano, a taxa de vacância saltou de 3,42%, ao final de 2007, para de 6,05%.

Na comparação com o segundo semestre de 2007, no entanto, o crescimento é menor: de 2,63%. O indicador está associado à entrega de um edifício na Cidade Nova, já locado, mas não totalmente ocupado. Não se deve, portanto, a uma retração do mercado, que continua demandando espaços corporativos de qualidade.

"A absorção líquida no período, por exemplo, foi de 16 mil metros quadrados", explica a gerente de pesquisas da Jones Lang LaSalle, Lilian Feng. As melhores taxas de absorção da cidade foram registradas nas regiões da Orla e no Centro - na primeira, 11 mil m2 foram ocupados, e na segunda, 4 mil m2. Em seguida, aparece Barra da Tijuca, com 200 m2.

Quanto aos preços, houve um aumento de 18% em relação ao final do ano passado - a média ponderada saltou de R$ 57/m2 para R$ 67/m2. O segmento AA apresentou faixa de preço pedido entre R$ 60/m2 e R$ 110/m2, com média de R$ 78/m2. A região Orla registrou a maior média, e a do Centro, a menor - R$ 89/m2 e R$ 64/m2, nesta ordem.

Para os edifícios classe A, a faixa de valores se situou entre R$ 42/m2 e R$ 90/m2, com média de R$ 61/m2. A região Orla apresentou a maior média também nesta categoria: R$ 70/m2, e a Barra, a menor: R$ 47/m2. Segundo Lilian, para o segundo semestre do ano, há uma previsão de entrega de espaços da ordem de 80 mil m2. A estimativa é de que, ao final do ano, o estoque total do Rio ultrapasse os 900 mil m2.

São Paulo: recorde de absorção
Na cidade de São Paulo, as regiões com os melhores índices de redução de vacância foram Moema, com queda de 31 pontos, Marginal Pinheiros, Verbo Divino e Alphaville. As demais regiões apresentaram estabilidade. As chamadas áreas alternativas foram as que tiveram a menor taxa de vacância no segundo trimestre: 2,15%. Nas secundárias, por sua vez, o índice foi de 10,09%.

A aborção líquida medida na cidade de São Paulo no período entre abril a junho deste ano, de 130 mil m2, configura um recorde trimestral da série histórica iniciada em 1995, com destaque para as regiões da Marginal Pinheiros, Faria Lima e Berrini, que tiveram 80 mil m2 ocupados. "Estas áreas receberam novos edifícios no período, que foram prontamente ocupados, mas todas as regiões - exceto o Centro - mostraram absorção líquida positiva. Na Barra Funda e nos Jardins, por exemplo, 100% dos espaços encontram-se ocupados", diz a gerente de pesquisas.

Preços em São Paulo
Quanto aos valores de locação do trimestre, os dados mostram pequena retração, de 3%, decorrente da inexistência de ofertas em alguns edifícios, cujos preços pedidos costumam figurar entre os mais altos da cidade.

Nos empreendimentos de classe AA, situados em regiões nobres, a faixa de preços de locação no trimestre variou de R$ 50/m2 a R$ 120/m2 (média de R$ 79/m2). Já nas zonas secundárias, a variação ficou entre R$ 48/m2 a R$ 83/m2 (média de R$ 61/m2). Por fim, nas regiões alternativas, de R$ 48/m2 a R$ 80/m2 (média de R$ 56/m2).

Para os empreendimentos de classe A, os preços variaram entre R$ 32/m2 e R$ 115/m2 nas regiões nobres (média de R$ 61/m2), de R$ 25/m2 a R$ 52/m2 nas secundárias (média de R$ 32/m2), e de R$ 36/m2 a R$ 47/m2 nas alternativas (média de R$ 42/m2). A média geral de preços verificada na cidade foi de R$ 59.

O total de escritórios de alto padrão situados na cidade de São Paulo deverá atingir 2,5 milhões de m2 ao final de 2008, com a entrega de dez novos empreendimentos (em torno de 190 mil m2), sendo quase 65% do segmento de alto padrão.

Fonte: InfoMoney
Voltar

______________________________________

Financiamento de imóvel: no semestre, volume contratado cresceu 34% na CEF

Roberta de Matos Vilas Boas
24/07/08

SÃO PAULO - De acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (24), a Caixa Econômica Federal atingiu um total de R$ 9,181 bilhões de contratações na carteira habitacional no primeiro semestre deste ano, o que representa um crescimento de 34% em relação ao mesmo período de 2007, quando foram registrados R$ 6,8 bilhões.

Apenas nos programas implementados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), destinados às famílias com renda de até R$ 4.900, o banco aplicou R$ 5,4 bilhões, 47% a mais que em 2007.

Segundo a instituição, esses recursos resultaram em 201 mil unidades habitacionais, beneficiaram mais de 425 mil pessoas e proporcionaram a geração de mais de 473 mil empregos.

Além dos R$ 5,4 bilhões com recursos do FGTS, nos seis primeiros meses de 2008, R$ 3,4 bilhões foram aplicados com recursos próprios e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

Novos e usados
As contratações de crédito imobiliário, em 2008, têm forte participação das operações de aquisição e reforma de imóveis usados. Atualmente esta proporção é de 60% na quantidade e 56% no valor contratado. No total, a concentração de usados aumentou aproximadamente 10% em quantidade e 2% em valores em relação a 2007.

Considerando os valores médios de imóveis e financiamento, não foram constatadas diferenças entre novos e usados. Entre as unidades financiadas pelo SBPE, o valor médio era de R$ 150 mil e, no caso do FGTS, foi de R$ 55 mil e R$ 65 mil.

Feirões da casa própria
No primeiro semestre, foram realizados feirões da casa própria nas cidades de São Paulo, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Uberlândia, Fortaleza, Curitiba e Rio de Janeiro.

O evento contabilizou mais de R$ 4 bilhões e cerca de 56 mil negócios fechados e encaminhados, além de reunir mais de 500 mil pessoas.

São Paulo
Somente no estado de São Paulo, a CEF realizou mais de 41 mil empréstimos habitacionais, totalizando R$ 2,4 bilhões. Os recursos do FGTS foram responsáveis por R$ 1,39 bilhão e os do SBPE por R$ 799 milhões.

Fonte: InfoMoney
Voltar