26/11/2008
- Creci-SP: taxa de juros para financiar imóveis
está entre 6,17% e 14,5%
25/11/2008
- Financiar com CEF superou pagamento à vista
na região do ABCD, Guarulhos e Osasco
21/11/2008
- Governo poderá facilitar o uso do FGTS
na compra de imóveis, afirma Lupi
19/11/2008
- Lançamento de condomínios-clubes
deve dobrar nos próximos três anos
18/11/2008
- No ano, estoque de emprego na construção
civil atinge recorde de 2,188 milhões
10/11/2008
- Programa para checar se obra é legal registra
mais de 9.500 acessos
28/10/2008
- Mais de 100 mil serão beneficiados por
crédito habitacional via consignado
15/10/2008
- Crise não afeta procura por crédito
na Caixa Econômica Federal
25/09/2008
- Em SP, imóveis comerciais de alto padrão
têm menor taxa de vacância desde 2001
24/07/2008
- Financiamento de imóvel: no semestre, volume
contratado cresceu 34% na CEF
Locação
de imóveis passa longe da crise e registra
alta de 36% em janeiro
Gladys Ferraz Magalhães
18/02/09
SÃO
PAULO - Apesar da crise financeira internacional
e do acréscimo de 12,33% no valor do aluguel
residencial em São Paulo, nos últimos
12 meses encerrados em janeiro, segundo dados divulgados
pelo Secovi (Sindicato da Habitação),
o setor de locação de imóveis
registrou alta no primeiro mês de 2009.
De
acordo com a Lello Imóveis (empresa especializada
no mercado imobiliário), o crescimento na
procura de imóveis para locação
foi de 36%, se comparado ao mesmo período
do ano passado.
Razões
A gerente geral da companhia, Roseli Hernandes,
se disse surpresa com o resultado, já que
normalmente há uma queda no segmento nos
meses de dezembro e janeiro, em função
das festas e férias escolares e, além
disso, por conta do atual momento econômico,
as previsões eram negativas nos últimos
meses.
Por
outro lado, o aumento apurado em janeiro aponta
para uma boa retomada do setor, mostrando que o
mercado de locação está bem
aquecido. Na opinião dela, os estudantes
universitários contribuíram significativamente
para tal resultado, visto que o aluguel em áreas
próximas a faculdades foi maior. "O
crescimento na locação foi sentido
em todas as regiões da Capital e mais significativo
em áreas próximas de faculdades, devido
ao início do ano letivo", disse.
Ainda
segundo a Lello, o número de fechamento de
negócios verificado no mês passado
também foi maior do que o registrado em janeiro
de 2008. Neste caso, o aumento foi de 20%.
Fonte:
InfoMoney
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Crise
não afeta aluguel comercial em São
Paulo, que teve alta de 0,62%
Karin Sato
18/02/09
SÃO
PAULO - No mês passado, o aluguel comercial
na cidade de São Paulo subiu em média
0,62%. Com o resultado, foi mantido o ciclo de alta,
com aumento médio de 13,43% nos últimos
12 meses.
Os
dados são do Grupo Hubert, que apurou que
a valorização ocorreu em todas as
regiões pesquisadas, com ganho real significativo
em relação ao índice de -0,44%
segundo o IGP-M do mês estudado.
Valorização
atinge todas as regiões
"A crise financeira atual não está
afetando o segmento", garante o diretor da
empresa responsável pela pesquisa, Hubert
Gebara.
Ele
afirma que o aluguel comercial consolidou a tendência
de alta e tem refletido, mês a mês,
a demanda crescente por escritórios de médio
padrão nas principais regiões comerciais
da cidade.
Confira
na tabela abaixo os resultados dos aluguéis
comerciais dos últimos seis meses e o acumulado
de 12 meses, por regiões, e também
do IGP-M:
Mês Centro Velho Centro Novo Paulista Faria
Lima Média IGP-M
Ago/08 0,90% 1,35% 1,49% 1,40% 1,28% -0,32%
Set/08 0,45% 0,89% 1,16% 0,97% 0,87% 0,11%
Out/08 0,44% 0,88% 0,99% 0,91% 0,80% 0,98%
Nov/08 0,27% 0,43% 0,45% 0,40% 0,39% 0,38%
Dez/08 0,62% 0,87% 0,98% 0,90% 0,84% -0,13%
Jan/09 0,44% 0,65% 0,71% 0,69% 0,62% -0,44%
Acumulado 12 meses 9,09% 13,07% 16,91% 14,80% 13,43%
8,15%
Veja
os preços em reais por m2 da área
útil:
Metragens Centro Velho Centro Novo Paulista Faria
Lima
até 100 m2 3,70 7,60 41,85 32,90
de 101 a 500 m2 3,80 7,85 46,10 33,70
de 505 a 1 mil m2 3,90 7,90 47,10 34,90
Fonte:
InfoMoney
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IR:
Câmara estuda ampliar prazo de isenção
sobre valor ganho por venda de imóvel
Equipe
InfoMoney
16/02/09
SÃO
PAULO - O ganho que o contribuinte obtem ao vender
um imóvel residencial pode ficar isento do
IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física)
por um período de até um ano, desde
que ele aplique esse montante na compra de outro
imóvel residencial. A ampliação
do prazo de isenção é a proposta
do projeto de lei 21/09, que tramita na Câmara.
Hoje,
para que não incida imposto sob o valor obtido
pela venda, o contribuinte tem até 180 dias
para comprar outro imóvel residencial. A
proposta do senador Papaléo Paes (PSDB-AP)
estende esse prazo para 365 dias a partir da assinatura
do contrato de venda.
Um
negócio complicado
Para o senador Paes, a negociação
imobiliária não é tarefa simples.
"Quantas vezes se vê um imóvel
anunciado para venda durante meses seguidos, antes
que possa ser efetivamente vendido?", questiona,
de acordo com a Agência Senado.
Ele
afirma que a comercialização de imóveis,
por ser de maior valor, depende de fatores externos,
como inflação, financiamento e variações
do mercado financeiro. Ele argumenta que esse tipo
de negócio tem suas peculiaridades que dificultam
a venda.
De
acordo com o senador, a ampliação
do prazo não prejudicará a arrecadação.
O projeto ainda prevê que caberá ao
Poder Executivo estimar o valor da renúncia
fiscal.
O
PLS 21/09 está sendo analisado pela Comissão
de Constituição, Justiça e
Cidadania e depois vai à Comissão
de Assuntos Econômicos, onde será aprovado
ou vetado.
Fonte:
InfoMoney
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Medidas
para habitação serão anunciadas
somente após o Carnaval, diz Lula
Roberta de Matos
Vilas Boas
13/02/09
SÃO
PAULO - O conjunto de medidas para o setor de construção,
que inicialmente seria anunciado em janeiro, só
será divulgado após o Carnaval, segundo
afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, nesta sexta-feira (13).
De
acordo com a Agência Brasil, o plano prevê
a construção de 1 milhão de
casas populares até 2010, para famílias
com renda de até 10 salários mínimos.
"O
povo precisa. Temos condições de fazer,
temos o projeto, o dinheiro. Portanto, agora é
colocar o bloco na rua depois do Carnaval. Certamente,
não vamos competir o nosso bloco de construção
com o bloco de Carnaval do Rio de Janeiro, de Pernambuco,
de Salvador", afirmou o presidente, após
visitar um projeto de criação de Peixes
em Recife.
Adiamento
Em dezembro do ano passado, Lula havia afirmado
que o plano para o setor habitacional seria anunciado
em janeiro. No início desta semana, ele explicou
que o adiamento ocorreu porque a primeira versão
do plano não o agradou, "por ter muito
penduricalho de juros" e outros detalhes que
ele quer ver excluídos.
Segundo
o presidente, o plano terá medidas relacionadas
ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Lula também já havia confirmado que
terrenos da União, de estados e de municípios
poderão ser utilizados no plano. "Estamos
vendo que terrenos da União podem ser disponibilizados
para baratear [a contrução de moradias]
e que estados e prefeituras podem doar terreno",
disse na ocasião.
Fonte:
InfoMoney
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Inadimplência
nos financiamentos habitacionais da CEF cai em 2008
Roberta
de Matos Vilas Boas
12/02/09
SÃO
PAULO - O índice de inadimplência nos
financiamentos habitacionais da Caixa Econômica
Federal caiu de 2,1%, no final de 2007, para 1,7%,
em 2008, segundo divulgou a instituição
nesta quinta-feira (12). Já no crédito
comercial, a queda da inadimplência foi de
1,4 ponto percentual, passando de 5,4% para 4%.
O
banco ainda registrou novo recorde de financiamento
habitacional no primeiro mês deste ano. Nesse
período, foram assinados 45.975 contratos
no valor de R$ 1,91 bilhão, o que representa
um crescimento de 155% em relação
ao mesmo período de 2008. Até o fim
do ano, o banco estima aplicar cerca de R$ 27 bilhões.
Outro
fator que influenciou o resultado foi o aumento
das receitas de prestação de serviços
em 7,3%, resultado da expansão de 8,8% na
base de clientes.
Saldo
de crédito
O saldo total das operações de crédito
atingiu R$ 80,1 bilhões. A carteira de pessoa
física alcançou o saldo de R$ 13,7
bilhões, resultado 24,3% maior do que o registrado
em 2007. Já as operações comerciais
totalizaram R$ 28,9 bilhões, um crescimento
de 50,80%.
A
caderneta de poupança alcançou 36,9
milhões de contas, com um saldo de R$ 92,5
bilhões, correspondendo a um aumento de 22,4%.
O resultado ampliou também a participação
da Caixa no mercado, para 34,22%.
Já
a conta Caixa Fácil fechou o ano com 6,8
milhões de contas, que favoreceram os beneficiários
de diversos programas sociais, como o Bolsa Família.
Fonte:
InfoMoney
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Financiar
com CEF superou pagamento à vista na região
do ABCD, Guarulhos e Osasco
Equipe InfoMoney
06/02/09
SÃO
PAULO - Em novembro, a maior parte dos moradores
do ABCD, Guarulhos e Osasco comprou um imóvel
usado com financiamento da Caixa Econômica
Federal, que registrou 70,37% de participação
do total de pagamento da região.
Segundo
pesquisa divulgada na última quinta-feira
(5) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores
de Imóveis), esta forma de pagamento superou
os negócios à vista, predominantes
em todas as regiões do estado. Isso porque
estes últimos corresponderam a 23,46% das
vendas de novembro.
A
Caixa é a principal instituição
dos financiamentos. Para se ter uma ideia, as demais
instituições ficaram com participação
de 6,17% nas vendas na região.
Capital
Na capital, por sua vez, a Caixa financiou 32,33%
dos imóveis vendidos em novembro, enquanto
os pagamentos à vista responderam por 58,65%,
conforme a tabela abaixo:
|
Venda
de imóveis na cidade de São
Paulo em outubro
|
|
Forma
de pagamento
|
Participação
|
|
À
vista
|
58,65%
|
|
Financiamento
com CEF
|
32,33%
|
|
Financiamento
com outros bancos
|
6,02%
|
|
Direto
com proprietário
|
3,01%
|
|
Consórcio
|
zero
|
Fonte:
Creci-SP
Mais
vendidos
Ainda de acordo com os dados, coletados em 1.606
imobiliárias pelo Creci-SP, em novembro,
os imóveis com valor acima de R$ 200 mil
responderam por 27,86% das vendas na capital paulista.
No interior, os com valor entre R$ 61 mil e R$ 80
mil representaram 29,61% das vendas.
Já
no ABCD, Guarulhos e Osasco, 23,44% dos imóveis
vendidos situaram-se na faixa de R$ 121 mil a R$
140 mil.
Fonte:
InfoMoney
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Mercado
de escritórios de alto padrão cresce
9% em São Paulo e 8% no Rio
Karin Sato
28/01/09
SÃO
PAULO - A consultoria imobiliária Jones Lang
LaSalle divulgou que o mercado de escritórios
de alto padrão cresceu 9% em São Paulo,
em 2008. Trata-se do quarto melhor resultado da
série, iniciada em 1996. O indicador de demanda,
a absorção líquida dos empreendimentos
classes AA e A, atingiu 175 metros quadrados.
O
bom desempenho do mercado pode ser medido também
pela redução de três pontos
na taxa de vacância - 6,95% ante 9,9% em 2007
-, mesmo com a entrega de novos empreendimentos
que resultaram no acréscimo de 100 mil m2,
o que denota alta de 5% no estoque existente. Em
São Paulo, o estoque de escritórios
de alto padrão totaliza, atualmente, 2,35
milhões de m2.
Nota-se
ainda que, em SP, a média do crescimento
anual do estoque é de 9,45%, ao passo que
a ocupação cresce 10,06% ao ano. Por
conta da alta demanda, surgem regiões chamadas
de "alternativas" na pesquisa. São
localidades novas, com potencial de crescimento,
mas ainda em processo de consolidação,
tais como Alphaville, Moema e Barra Funda.
Rio
de Janeiro
Na capital fluminense, o mercado de imóveis
comerciais de alto padrão cresceu 8%. O desempenho
ficou aquém do obtido em São Paulo,
uma vez que a taxa de vacância se manteve
estável, na casa de 3%, apesar do aumento
de 8% no estoque, hoje em 876 mil m2 no total.
Por
sua vez, a absorção líquida
foi 34% superior em relação ao ano
passado, chegando a 36 mil m2 contra 27 mil m2 em
2007. A pesquisa revela também que o crescimento
médio anual do estoque é de 4,76%,
ao passo que o crescimento médio anual de
ocupação é de 5,5%.
Perspectivas
até 2011
O prognóstico da consultoria é de
que, em São Paulo, haverá crescimento
de 13% no estoque em 2009, de 15% em 2010, e de
9% em 2011. O incremento seria de 980 mil m2. Para
2009, especificamente, são duas as projeções:
no primeiro cenário, a expectativa é
de que a taxa de vacância fique em 15%. Já
no segundo, espera-se que o indicador contabilize
19%.
Foram
elaboradas duas projeções também
para o Rio de Janeiro: no primeiro caso, a taxa
de vacância esperada é de 8,80%. Já
no segundo, a previsão é de uma taxa
de vacância de 15,20%.
Fonte:
InfoMoney
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Falta
imóvel de um quarto para quem quer morar
sozinho; aluguel sobe
Flávia
Furlan Nunes
16/01/09
SÃO
PAULO - Apesar do crescimento no número de
pessoas que optam por morar sozinhas em imóveis
de um quarto, porque querem independência,
as construtoras se preocuparam pouco com este público
nos últimos anos. O resultado: poucos imóveis
e muita procura, o que fez com que o aluguel deste
tipo de casa ou de apartamento subisse a ponto de
se igualar ao de dois dormitórios.
"As
construtoras não se dedicaram muito, mas
existem pessoas que preferem eles", afirmou
a gerente-geral de Vendas e Locação
da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, sobre
os imóveis de um dormitório.
De
acordo com ela, a demanda por este modelo de imóvel
é grande e tem crescido, principalmente no
começo do ano, devido ao perfil de quem costuma
alugá-lo. São estudantes, que o procuram
antes do início das aulas, jovens que saíram
da casa dos pais, pessoas que se separaram e que
querem pagar um aluguel.
"Eles
não querem apartamento muito grande, para
não terem muito trabalho. Como vão
morar sozinhos, querem conforto", explicou
a gerente-geral.
Perfil
dos imóveis
De acordo com o vice-presidente de Locação
do Secovi-SP (Sindicato da Habitação),
José Roberto Federighi, existe uma demanda
muito grande por imóveis de um quarto, mas
em determinadas regiões. "São
Paulo é muito grande e cada região
tem uma demanda. No caso de um dormitório,
principalmente próximo de hospitais, faculdades
etc", explicou.
O
valor do aluguel varia bastante, desde R$ 800 em
média, para bairros medianos, até
R$ 1,5 mil em média, para bairros mais luxuosos.
Porém, alugar uma imóvel de um quarto
pode chegar a R$ 2,5 mensais, em média, quando
se escolhe, por exemplo, um loft.
"Existe
a tendência de a pessoa desistir de um dormitório
e ir para dois", afirmou Federighi, em relação
ao preço da locação da unidade
de um quarto. "A diferença acaba sendo
pequena. Se você for analisar, os produtos
de um dormitório estão travestidos
de uma sofisticação, em muitos casos,
para poder criar valor".
Esse
aumento do preço, que faz com que a locação
de um dormitório fique próxima da
de dois dormitórios, é causado, principalmente,
pelo desequilíbrio entre demanda e oferta.
Compra
Na maioria das vezes, a busca de um imóvel
de um quarto é para locação,
mas existem as pessoas que compram essas unidades,
principalmente como forma de investimento. "Como
investimento, é muito bom", afirmou
Roseli, da Lello. "Tem bastante gente procurando,
o imóvel não vai ficar vago por muito
tempo e hoje tem dado uma rentabilidade boa",
disse.
Últimos
dados divulgados pelo Secovi, em relação
ao mês de novembro, revelaram que o mercado
de locação não foi afetado
pela crise, exatamente pela falta de unidades para
locar. Por isso, torna-se um bom investimento. Os
aluguéis de casas e apartamentos na capital
paulista aumentaram, em média, 0,6% em novembro
de 2008, frente a outubro do mesmo ano. Considerando
os últimos 12 meses até novembro,
o avanço foi de 12,7%.
Quanto
menor o número de quartos, maior o aumento
no preço dos aluguéis, devido à
maior escassez de unidades. Dessa maneira, residências
de um dormitório tiveram suas locações
com acréscimos médios de 1% no período
em questão, enquanto as de dois dormitórios
elevaram-se em 0,5% e as de três dormitórios,
em 0,3%.
A
opinião de Federighi é de que muitas
pessoas compram como investimento, mas que existem
aquelas que adquirem para uso próprio, como
uma pessoa que mora em outra cidade e que tem negócios
em São Paulo.
Fonte:
InfoMoney
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Rentabilidade
de locação de imóveis atrai
investidores
Flávia Furlan
Nunes
29/12/08
SÃO
PAULO - O segmento onde a crise financeira estourou
nos Estados Unidos, o imobiliário, aqui no
Brasil representa um porto seguro para os investidores.
A locação de imóveis atrai
quem se assustou com a queda nos valores das ações,
especialmente devido aos retornos que proporciona.
O
rendimento de um imóvel alugado gira em torno
de 0,7% de seu valor de venda, superior à
caderneta de poupança e alguns fundos de
renda fixa.
"Historicamente,
o imóvel representa alternativa segura para
investidores. Nos últimos anos, entretanto,
houve intensa migração de investimentos
para o mercado de capitais, que está passando
por um momento de muita volatilidade. Alguns grandes
investidores já passaram a buscar alternativas
menos arriscadas", disse a gerente de Locação
e Vendas da Lello, Roseli Hernandes.
O
investidor
Com alto poder aquisitivo, a maioria dos investidores
estão em busca de unidades com valores entre
R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, especialmente
casas e galpões para locação
comercial. Além da rentabilidade, essas pessoas
estão de olho na valorização
do patrimônio no médio e longo prazos.
A
Lello registrou aumento de 40% no número
de consultas feitas por pessoas que desejavam comprar
imóveis e disponibilizá-los no mercado
de locação.
Os
cuidados que a pessoa deve tomar, antes de aderir
ao tipo de investimento, são observar a vocação
da região do imóvel, o potencial de
rentabilidade e as condições de conservação
da unidade. "Uma opção interessante
é adquirir imóveis já alugados,
evitando o risco de ter que arcar com despesas como
IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), condomínio
e conta de água, enquanto a nova locação
não for fechada", orientou Roseli.
Cautela
A principal dica aos investidores do economista
e diretor do Centro de Economia Mundial da FGV (Fundação
Getulio Vargas), Carlos Langoni, é ter cautela
e prudência, quando há um cenário
de incerteza.
Para
ele, é preciso buscar mercados que tenham
maior liquidez com um retorno menor, porém,
que sejam mais seguros. "Isso explica, aliás,
essa tendência observada desde meados de 2008
de uma realocação de recursos do mercado
acionário para aplicações em
outros fundos de investimentos: caderneta de poupança,
títulos do Tesouro brasileiro, que oferecem
um retorno menor, mas com maior liquidez e segurança".
De
acordo com ele, há outros ativos, inclusive
imóveis, que devem apresentar queda de valor.
"Automóveis vão sofrer descontos,
inclusive os usados. Então, para o indivíduo
que acumulou poupança e tem um recurso para
aplicar, pode surgir oportunidade interessante para
gastos ao longo de 2009", destacou à
Agência Brasil.
Fonte:
InfoMoney
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Imóveis:
mercado de escritórios acolhe investidores
da Bolsa
Flávia
Furlan Nunes
18/12/08
SÃO
PAULO - A crise financeira internacional fez com
que muitos investidores que precisavam de dinheiro
no curto prazo amargassem perdas na Bolsa de Valores.
Aquela euforia que perdurava até setembro
acabou. Alguns, cientes de que a aplicação
é de longo prazo, continuaram com seus papéis.
Outros passaram a apostar em novas modalidades de
investimento. É nesse momento que a locação
de escritórios se torna uma opção.
"Tem
muita gente que saiu do mercado de ações
e foi para o imobiliário, buscando riscos
menores", afirmou o diretor da Embraesp (Empresa
Brasileira de Estudos de Patrimônio), Luiz
Paulo Pompéia.
Mesmo
que a crise tenha causado desaceleração
na economia de muitos países desenvolvidos,
aqui no Brasil existem muitas empresas em busca
de locação de escritórios.
A demanda está maior do que a produção
e, por isso, a liquidez está muito boa. "O
ano que vem deve ser melhor e há demanda
em todos os segmentos. Existem até mesmo
demandas que não estão sendo atendidas",
explicou.
Por
que escritórios?
E o mercado de locação de imóveis
parece mais atrativo. Nos últimos três
anos, os valores dos aluguéis já sofreram
valorização de 88%. A maior parte
dos contratos é indexada pelo IGP-M (Índice
Geral de Preços Mercado), que sofreu aumentos
constantes no começo deste ano, por conta
da inflação.
A
gerente da Lello, Roseli Hernandes, contou que todo
o dia aparecem pessoas que já investem em
imóveis querendo investir mais, além
de novos investidores, que precisam de uma forma
mais segura para aplicar seu dinheiro.
"A
gente tem percebido pessoas com capacidade de investir
grandes valores, como R$ 1 milhão ou R$ 10
milhões. A tendência é procurar
mais imóvel comercial, em função
de ele ter um contrato de longo tempo", citou
Roseli.
No
momento de optar por esse tipo de investimento,
a gerente recomenda às pessoas que procurem
uma consultoria, que poderá indicar qual
perfil de imóvel que rende mais. Os comerciais
são mais interessantes, devido ao seu retorno,
mas exigem um volume maior de dinheiro. Os melhores
são os situados em locais de grande fluxo
de pessoas.
Fonte:
InfoMoney
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Imóvel:
governo estuda crédito em que parcela deixa
de ser paga por um tempo
Flávia
Furlan Nunes
16/12/08
SÃO
PAULO - O governo brasileiro considera a criação
de um financiamento imobiliário que permita
ao contratante, em caso de desemprego ou perda de
renda, deixar de pagar algumas parcelas, desde que
as quite no final do financiamento.
A
informação foi dada, nesta terça-feira
(16), durante evento do Secovi-SP (Sindicato da
Habitação), pelo economista-chefe
e membro do Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia
do Tempo de Serviço), Celso Petrucci.
Condições
"É um mecanismo que o governo já
vem batendo na tecla desde o começo do ano.
O governo está pensando em alguma coisa para
que o consumidor volte a ter confiança. Um
mecanismo, que no momento de desemprego ou queda
de renda, ele venha a não pagar alguma prestação",
afirmou.
De
acordo com Petrucci, essa é apenas uma consideração
que tem sido feita, que terá caráter
de postergar o tempo do financiamento, mantendo
as mesmas condições de juros. "Mas
precisa ver se os bancos estariam dispostos a oferecer
isso", ponderou ele.
Outras
medidas
O membro do Conselho Curador ainda citou outras
medidas defendidas para os financiamentos imobiliários.
Confira abaixo:
" Possibilidade de dedução da
base de cálculo do Imposto de Renda dos juros
pagos em financiamento imobiliário;
" "Apoiamos o pedido de muitas outras
entidades de que emergencialmente seja liberado
imóvel com valor acima de R$ 350 mil para
uso do FGTS", ponderou Petrucci;
" Uso do FGTS corrente: em vez que o empregador
pegar a contribuição do salário
do funcionário e depositá-lo no fundo,
ele já deposita diretamente na conta do credor,
o que diminui o risco do crédito;
" "Estamos incitando o governo a mexer
no compulsório da caderneta de poupança.
Estamos falando de um total de R$ 60 bilhões",
disse o membro do Conselho Curador, que ainda comparou
a medida com a liberação do compulsório
para contas corrente.
Fonte:
InfoMoney
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Imóvel:
2008 terá 35 mil lançamentos; destaque
é região ao redor de SP
Flávia
Furlan Nunes
16/12/08
SÃO
PAULO - O mercado imobiliário deve fechar
2008 com a marca de 35 mil unidades lançadas,
com destaque para as regiões no entorno da
cidade de São Paulo. Para 2009, porém,
a expectativa é de manutenção
do crescimento, num ritmo sadio.
"Temos
crédito e demanda, basta trabalhar de maneira
seletiva, agir com responsabilidade e atravessar
essa fase com otimismo e pé no chão",
afirmou o presidente do Secovi-SP (Sindicato da
Habitação), João Crestana.
"Os
números de lançamento demonstram que
a crise não é tão grande assim.
O pessimismo parece exagerado. As empresas estão
colocando a culpa da má administração
na crise", disse o diretor da Embraesp (Empresa
Brasileira de Estudos de Patrimônio), Luiz
Paulo Pompéia.
Regiões
do entorno
O grande número de lançamentos se
dá, principalmente, em uma região
que tem sido chamada de ABCDOG: Santo André,
São Bernardo do Campo, São Caetano,
Diadema, Osasco e Guarulhos, com foco em unidades
habitacionais de até R$ 300 mil.
"O
terreno em São Paulo subiu muito nos últimos
anos, principalmente por causa de leilões.
Isso fez com que houvesse aumento forte nos lançamentos
na região metropolitana, exceto na capital.
Esses leilões elevaram demais o valor dos
terrenos, que estão, de certa maneira, inflacionados.
Nós acreditamos em estabilidade ou até
em diminuição do preço no próximo
ano, o que pode impulsionar o crescimento de lançamentos
na cidade de São Paulo", afirmou Pompéia.
Confira
abaixo a participação da capital e
das cidades da região metropolitana nos lançamentos
dos últimos anos:
|
Ano
|
Lançamentos
|
Capital
|
Região
Metropolitana
|
|
2004
|
28.192
|
80%
|
20%
|
|
2005
|
33.682
|
74%
|
26%
|
|
2006
|
34.727
|
74%
|
26%
|
|
2007
|
62.065
|
62,1%
|
37,9%
|
|
2008
(jan/set)
|
47.393
|
53,8%
|
46,2%
|
Fonte:
Embraesp
Fonte:
InfoMoney
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"Taxa
de juro menor ajudará brasileiros a terem
casa própria", diz Sinduscon-SP
Tabata Pitol Peres
03/12/08
SÃO
PAULO - A decisão do Conselho Curador do
FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)
em reduzir as taxas de juros dos financiamentos
imobiliários para quem tem renda bruta de
até R$ 2 mil é vista com bons olhos
pelo presidente do Sinduscon-SP (Sindicato da Construção
de São Paulo), Sérgio Watanabe.
De
acordo com as novas regras, as taxas passarão
de TR (taxa referencial) mais 6% ao ano para TR
mais 5% ao ano. "Para muitos, um ponto percentual
pode parecer pouco, mas, para quem tem uma renda
de até cinco salários mínimos,
R$ 30, R$ 40, R$ 50 fazem muita diferença.
Por isso, essa medida é extremamente positiva
e significativa".
Para
o presidente, esse um ponto percentual que foi retirado
da taxa de juros pode significar a diferença
entre ter ou não uma casa própria.
"Às vezes, R$ 50 por mês impedem
que uma família entre em um financiamento
imobiliário e consiga adquirir um imóvel.
Por isso, essa redução é tão
significativa. Um ponto percentual em um período
longo, de 25 ou 30 anos, que é quanto dura
um financiamento imobiliário, pesa bastante
no bolso", justifica.
Mercado
imobiliário
Para Watanabe, apesar de pesquisas mostrarem que
os incorporadores se sentem mais confortáveis
ao lançarem imóveis para alta renda,
o mercado imobiliário estará voltado
para produtos que se encaixam dentro do sistema
financeiro da habitação em 2009.
"O
setor que deve apresentar grande expansão
é o de imóveis que têm recursos
de financiamento por meio do FGTS ou dos depósitos
de caderneta de poupança", afirma.
Ainda
de acordo com o presidente, as únicas coisas
que podem afetar o lançamento de projetos
para baixa renda ou supereconômicos - como
são chamados - são a expectativa de
empregos ou a alta excessiva da inflação.
"A redução no número de
postos de trabalho e a inflação são
fatores devastadores para o mercado imobiliário,
porque cortam a capacidade de renda das famílias
drasticamente", explica.
Porém,
Watanabe mostra-se otimista. "Mas eu não
acredito que passaremos por isso, não. O
que precisamos é lutar pela preservação
dos empregos, que é fundamental para o Brasil
continuar crescendo e ofertando esse tipo de imóvel.
Afinal, temos um grande déficit habitacional
e ele precisa ser reduzido".
Fonte:
InfoMoney
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Apesar
da crise, setor de construção civil
deve crescer 10% em 2008
Tabata Pitol Peres
03/12/08
SÃO
PAULO - O desempenho do setor de construção
civil foi considerado excepcional pelo SindusCon-SP
(Sindicato da Construção de São
Paulo) Em entrevista coletiva nesta quarta-feira
(3), o presidente da instituição,
Sérgio Watanabe, afirmou que, mesmo com o
agravamento da crise no último trimestre
desse ano, os números do setor são
favoráveis.
"Iremos
registrar crescimento de 10% em 2008. O crescimento
maior do que o PIB é justificado pelas obras
já contratadas, que deverão assegurar,
inclusive, um crescimento das atividade do setor
pelo menos até o fim do primeiro trimestre
de 2009", explicou.
Porém,
para o próximo ano, as expectativas de crescimento
são mais modestas. "Cresceremos menos,
mas não falamos em recessão, teremos
apenas em um quadro de desaceleração.
A expectativa é de que o setor cresça
entre 3,5% e 4,5% em 2009".
Pontos
positivos
Ainda durante a coletiva de imprensa, a economista
da FGV Projetos, Ana Maria Castelo, falou dos pontos
positivos que o setor apresentou em relação
a 2007.
"O
financiamento habitacional com recursos da poupança
foi 80% superior ao concedido no ano passado, o
faturamento da indústria de materiais no
mercado interno apresentou expansão de 36,5%,
sem falar que houve aumento de 342 mil postos de
trabalho em relação a outubro de 2007",
contou a economista.
No
entanto, nem tudo foi positivo no crescimento do
setor neste ano. "Infelizmente o crescimento
significativo que registramos fez com que a disponibilidade
de insumos diminuísse, trazendo à
tona questões como a capacidade de oferta
da indústria de materiais e o contingente
de mão-de-obra qualificada no mercado".
Além disso, a economista citou o aumento
expressivo do custo dos insumos. "Os preços
das matérias-primas subiram e elevaram o
custo de construção em 11%, isso aumenta
as dificuldades das empresas".
Para
Watanabe, a permanência da alta de preços
de alguns materiais é muito preocupante,
sobretudo em insumos estratégicos. "Enquanto
no mundo os preços de todas as commodities
caem, aqui eles sobem injustificadamente, aumentando
ainda mais o desequilíbrio econômico-
financeiro dos contratos de obras".
Fonte:
InfoMoney
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Creci-SP:
taxa de juros para financiar imóveis está
entre 6,17% e 14,5%
Equipe
InfoMoney
26/11/08
SÃO
PAULO - De acordo com o levantamento divulgado nesta
quarta-feira (26) pelo Creci-SP (Conselho Regional
de Corretores de Imóveis do Estado de São
Paulo), os bancos cobram uma taxa anual de juros
entre 6,17% e 14,5% para o financiamento de imóveis.
O
estudo foi realizado com oito instituições
bancárias: Bradesco, Santander, HSBC, Itaú,
Nossa Caixa, Real ABN, Unibanco e Caixa Econômica
Federal.
Condições
de financiamentos
Os financiamentos são concedidos para pagamentos
entre 10 anos e 30 anos de acordo com o plano escolhido
pelo consumidor. Os bancos financiam de 80% a 100%
do valor do imóvel.
Para
ter acesso a esse crédito o consumidor precisa
ter uma renda de no mínimo R$ 1 mil, que
varia de acordo com a empresa credora e o tipo de
financiamento escolhido.
Variações
O financiamento que apresenta a maior taxa de juros
por ano é o plano Carta de Crédito
Caixa SBPE/Fora do SFH. A taxa de juros pré-fixada
de 14,5% é oferecida em financiamentos de
até 30 anos para a aquisição
de imóveis de até R$ 350 mil.
Já
o plano com a taxa de juros menor é o Carta
de Crédito Caixa FGTS/Individual com 6,17%
anuais, destinados para quem tem renda entre R$
415 e R$ 1.875 para compra de imóveis de
até R$ 130 mil, nas regiões metropolitanas
de São Paulo e Rio de Janeiro e no Distrito
Federal.
A
importância da pesquisa
De acordo com o presidente do Creci-SP, José
Augusto Viana Neto, antes de o comprador financiar
um imóvel, é recomendável que
ele faça uma boa pesquisa.
"O
levantamento torna evidente a necessidade de o comprador
de imóvel fazer uma pesquisa detalhada e
cuidadosa sobre as condições dos empréstimos,
consultando vários bancos, para achar o financiamento
mais adequado ao seu padrão de renda e à
sua capacidade de pagamento", afirma o presidente
do Creci-SP.
Fonte:
InfoMoney
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Financiar
com CEF superou pagamento à vista na região
do ABCD, Guarulhos e Osasco
Equipe InfoMoney
25/11/08
SÃO
PAULO - No nono mês do ano, a maior parte
dos moradores do ABCD, Guarulhos e Osasco comprou
um imóvel usado com financiamento da Caixa
Econômica Federal, que registrou 48,21% de
participação do total de crédito
da região.
Segundo
pesquisa divulgada na última sexta-feira
(21) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores
de Imóveis), esta forma de pagamento superou
os negócios à vista, predominantes
em todas as regiões do estado. Isso porque
estes últimos corresponderam a 40,18% das
vendas de setembro.
A
Caixa é a principal instituição
dos financiamentos. Para se ter uma idéia,
as demais instituições ficaram com
participação de 4,46%.
Capital
Na capital, por sua vez, a Caixa financiou 29,59%
dos imóveis vendidos em setembro, enquanto
os pagamentos à vista responderam por 55,03%,
conforme a tabela abaixo:
|
Venda
de imóveis na cidade de São
Paulo em setembro
|
|
Forma
de pagamento
|
Participação
|
| À
vista |
55,03%
|
| Financiamento
com CEF |
29,59%
|
| Financiamento
com outros bancos |
11,83%
|
| Direto
com proprietário |
3,55%
|
| Consórcio |
zero
|
Fonte:
Creci-SP
Mais
vendidos
Ainda de acordo com os dados, coletados em 1.490
imobiliárias pelo Creci-SP, no nono mês
do ano, os imóveis mais vendidos foram aqueles
com valor acima de R$ 200 mil, que responderam por
47,21%. Em seguida, aparecem os com valor entre
R$ 61 mil e R$ 80 mil, representando 9,64% das vendas.
Os
apartamentos foram os preferidos, representando
67,35% dos negócios fechados.
Fonte:
InfoMoney
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Governo
poderá facilitar o uso do FGTS na compra
de imóveis, afirma Lupi
Roberta de Matos
Vilas Boas
21/11/08
SÃO
PAULO - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou,
na última quinta-feira (20), durante a apresentação
dos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados
e Desempregados) de outubro, que o governo ainda
estuda formas de facilitar o uso do FGTS (Fundo
de Garantia por Tempo de Serviço) para a
compra de imóveis.
"A
construção civil é o setor
que tem o maior crescimento na geração
de empregos no Brasil. Esta área mexe com
algo que é muito importante para o cidadão
brasileiro: ter a sua casa própria. Então
essa demanda existe. Temos ainda mais de 10 milhões
de déficit de unidades habitacionais. Precisamos
continuar investindo nesse setor, que precisa de
linhas de crédito", disse.
Geração
de empregos
Entre janeiro e outubro deste ano, a construção
civil gerou 303.031 postos celetistas de trabalho,
o que significa uma alta de 19,8% no ano, índice
acima da média nacional, de 7,42%.
Segundo
o ministro, a estimativa é de que os recursos
do FGTS que serão investidos no próximo
ano, gerem cerca de 1,378 milhão de empregos
na habitação popular, saneamento básico
e infra-estrutura urbana.
Fonte:
InfoMoney
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Lançamento
de condomínios-clubes deve dobrar nos próximos
três anos
Roberta de Matos
Vilas Boas
19/11/08
SÃO
PAULO - O lançamento de condomínios-clubes
deverá duplicar nos próximos três
anos na região metropolitana de São
Paulo. Segundo levantamento feito pela Lello, entre
2009 e 2011, o número desses empreendimentos
deverá saltar de 140 para 299, uma alta de
114%.
Estes
condomínios, geralmente instalados em terrenos
com áreas superior a 8 mil metros quadrados,
possuem opções de lazer como quadras
de tênis, academias, espaço gourmet,
serviços de pet care, mini campos de golfe
e garage band.
Atenção
do síndico
Com o crescimento esperado, os condomínios-clube
passarão a representar 18% dos lançamentos
imobiliários em 2011. Porém, a Lello
alerta que oferecer tantos recursos em uma área
muito grande, geralmente com três ou mais
torres, exige atenção especial do
síndico e da equipe que gerencia o condomínio,
para que os espaços e equipamentos funcionem
de forma adequada.
"Contratar
profissionais especializados em recreação
e promover encontros temáticos, por exemplo,
sempre com um cronograma definido, dão vida
a esses espaços e evitam que fiquem ociosos.
Os contratos com os fornecedores e prestadores de
serviços requerem muito cuidado, para que
se garanta uma correta manutenção
de tudo o que é oferecido", afirma a
gerente de marketing da Lello Condomínios,
Angélica Arbex.
Para
incentivar o uso desses espaços, podem ser
realizadas algumas ações, como contratar
profissionais especializados em recreação,
para desenvolver atividades com jovens e crianças
ou, ainda, realizar palestras com nutricionistas
ou cursos de culinária, para que espaços
como a Sala Gourmet sejam usados regularmente. Criar
campeonatos e torneios, com entrega de prêmios
e medalhas, também pode motivar a participação
de todos.
Fonte:
InfoMoney
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No
ano, estoque de emprego na construção
civil atinge recorde de 2,188 milhões
Equipe InfoMoney
18/11/08
SÃO
PAULO - O número de pessoas empregadas com
carteira assinada na construção civil
atingiu o recorde de 2,188 milhões entre
janeiro e setembro de 2008.
De
acordo com os dados divulgados nesta terça-feira
(18) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria
da Construção Civil do Estado de São
Paulo), o setor fechou setembro com 39,8 mil postos
de trabalho preenchidos.
O
número representa alta de 1,85% em relação
a agosto. Já nos últimos 12 meses
encerrados em setembro, o avanço é
de expressivos 19,88%, com 362,9 mil postos.
Regiões
nacionais
Conforme indicaram os dados do sindicato, todas
as regiões do País registraram elevação
nos postos de trabalho no nono mês deste ano,
em relação ao mês anterior.
O
destaque fica para o Nordeste, que obteve alta de
2,68%, com a criação de 10,1 mil vagas.
Os
Estados do Norte, por sua vez, tiveram desempenho
mais tímido, com alta de 1,2%, ou 1.306 empregos
a mais.
São
Paulo
Considerando o nível de emprego na construção
no estado de São Paulo, a pesquisa aponta
um incremento de 1,38% em setembro, frente ao mês
anterior. Isso significa que 8,2 mil trabalhadores
foram contratados.
Na
comparação com 12 meses antes, o aumento
foi de 20,43%, equivalente à incorporação
de 103 mil novos postos de trabalho.
Já
na capital paulista, foram criados 3,5 mil postos
de trabalho entre agosto e setembro, alta de 1,24%.
Em 12 meses, haviam sido contratados mais de 50,2
mil empregados, aumento de 20,96%.
Fonte:
InfoMoney
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Programa
para checar se obra é legal registra mais
de 9.500 acessos
Roberta de Matos
Vilas Boas
10/11/08
SÃO
PAULO - O programa da prefeitura de São Paulo,
De Olho na Obra, teve mais de 9.500 acessos registrados
em três meses, segundo divulgou a própria
prefeitura. O sistema permite que um comprador verifique
se as condições do imóvel são
legais.
Para
conhecer as condições de tudo o que
está sendo construído na cidade, basta
acessar www.prefeitura.sp.gov.br/deolhonaobra,
e informar o endereço da construção.
Irregularidades
Com isso, é possível saber se a obra
tem ou não alvará e, se for constatada
a irregularidade, o cidadão pode denunciar
o caso à Prefeitura, também pela internet.
"A
tecnologia deve ser usada a favor do cidadão
e o uso da internet na prestação do
serviço público é garantia
de transparência e agilidade", afirma
o secretário de desburocratização,
Rodrigo Garcia.
Com
o sistema, é possível consultar todas
as obras feitas desde 1997 na capital paulista,
e obter informações como a finalidade
do empreendimento, número de pavimentos e
metragem.
Fonte:
InfoMoney
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Mais
de 100 mil serão beneficiados por crédito
habitacional via consignado
Equipe InfoMoney
28/10/08
SÃO
PAULO - Conforme publicado pelo jornal O Dia, na
última sexta-feira (24), cerca de 100.800
servidores ativos, inativos e pensionistas do Ministério
da Previdência, INSS e Dataprev poderão
se beneficiar com financiamento habitacional via
crédito consignado.
A
novidade, que resultará de um convênio
entre o Ministério da Previdência,
Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil
a ser assinado na próxima sexta-feira (31),
tem como objetivo facilitar o acesso à casa
própria desta parcela da população.
Ainda
de acordo com o jornal, a Caixa Econômica
só divulgará os valores das taxas
na próxima semana.
Financiamentos
Mesmo com a crise, a Caixa Econômica Federal
tem mantido sua oferta de crédito e a procura
continua alta. Até setembro, o banco liberou
R$ 16 bilhões de recursos de habitação,
R$ 8,4 bilhões pelo FGTS (Fundo de Garantia
do Tempo de Serviço), R$ 6,9 bilhões
pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança
e Empréstimo) e R$ 700 milhões através
do consórcio. Isto representa alta de 54%
em relação aos recursos liberados
no mesmo período de 2007.
De
acordo com a Caixa, a liberação proporcionou
moradia para 352 mil famílias, o que significa
mais de 1,4 milhão de pessoas beneficiadas.
Apenas em setembro, a Caixa liberou R$ 2,1 bilhões
para habitação.
Fonte:
InfoMoney
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Crise
não afeta procura por crédito na Caixa
Econômica Federal
Equipe InfoMoney
15/10/08
SÃO
PAULO - Apesar da crise, a Caixa Econômica
Federal tem mantido sua oferta de crédito
e a procura continua alta. Até setembro o
banco liberou R$ 16 bilhões de recursos de
habitação - R$ 8,4 bilhões
pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço),
R$ 6,9 bilhões pelo SBPE (Sistema Brasileiro
de Poupança e Empréstimo) e R$ 700
milhões através do consórcio.
Isto representa alta de 54% em relação
aos recursos liberados no mesmo período de
2007.
De
acordo com a Caixa, a liberação proporcionou
moradia para 352 mil famílias, o que significa
mais de 1,4 milhão de pessoas beneficiadas.
Apenas em setembro, a Caixa liberou R$ 2,1 bilhões
para habitação. Em saneamento e infra-estrutura,
foram R$ 3,8 bilhões, alta de 50% em relação
aos nove primeiros meses de 2007, sendo R$ 2,9 bilhões
em financiamento e R$ 880 milhões de repasse,
distribuídos em mais de 300 projetos.
Mantendo
o ritmo
Segundo entende o vice-presidente de finanças
da instituição, Márcio Percival,
os números mostram que a procura pelas linhas
do banco continuam em alta e as captações
se mantêm no ritmo esperado. Tanto que os
CDBs (Certificado de Depósito Bancário)
alcançaram R$ 159 milhões, apesar
da greve dos funcionários do banco, desde
o início do mês. Com isso, o estoque
de poupança na Caixa soma R$ 88,2 bilhões
e o de CDBs, R$ 16 bilhões.
Percival
disse que a situação tende a melhorar
com a política adotada pelo Banco Central
de liberação dos recolhimentos compulsórios
sobre depósitos à vista e a prazo.
De acordo com a Agência Brasil, a medida inclui
também depósitos interfinanceiros
e a exigibilidade adicional sobre depósitos
à vista e a prazo. Como resultado, foram
liberados R$ 2,7 bilhões dos depósitos
da Caixa.
O
vice-presidente afirmou, ainda, que os recursos
liberados serão utilizados para compra de
carteiras de crédito de outros bancos e ampliação
da oferta de crédito para empresas. "Vamos
aproveitar a oportunidade para negociar e ver o
que é melhor para a instituição",
acrescentou.
Fonte:
InfoMoney
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Em
SP, imóveis comerciais de alto padrão
têm menor taxa de vacância desde 2001
Karin
Sato
25/09/08
SÃO
PAULO - A cidade de São Paulo registrou a
menor taxa de vacância de imóveis comerciais
de alto padrão disponíveis para locação
no segundo trimestre deste ano: apenas 7%, contra
os 9,93% do trimestre anterior, segundo dados da
consultoria Jones Lang LaSalle.
O
estudo mostra que, nos últimos cinco anos,
foi registrada uma recuperação do
mercado de escritórios de alto padrão
- no primeiro semestre de 2003, a taxa de vacância
era de 24,11%.
Imóveis
de alto padrão
Atualmente, o estoque de imóveis de alto
padrão na cidade corresponde a 25% do total
de edifícios existente, que equivalem a 2,3
milhões metros quadrados. O setor de serviços
respondeu pela maior taxa de aumento na ocupação
desses imóveis desde o final de 2006, com
crescimento de 25%.
Rio
de Janeiro
O desempenho desse mercado também se mostra
favorável na cidade do Rio de Janeiro, que
é abrangida pelo estudo da consultoria semestralmente.
Nos seis primeiros meses deste ano, a taxa de vacância
saltou de 3,42%, ao final de 2007, para de 6,05%.
Na
comparação com o segundo semestre
de 2007, no entanto, o crescimento é menor:
de 2,63%. O indicador está associado à
entrega de um edifício na Cidade Nova, já
locado, mas não totalmente ocupado. Não
se deve, portanto, a uma retração
do mercado, que continua demandando espaços
corporativos de qualidade.
"A
absorção líquida no período,
por exemplo, foi de 16 mil metros quadrados",
explica a gerente de pesquisas da Jones Lang LaSalle,
Lilian Feng. As melhores taxas de absorção
da cidade foram registradas nas regiões da
Orla e no Centro - na primeira, 11 mil m2 foram
ocupados, e na segunda, 4 mil m2. Em seguida, aparece
Barra da Tijuca, com 200 m2.
Quanto
aos preços, houve um aumento de 18% em relação
ao final do ano passado - a média ponderada
saltou de R$ 57/m2 para R$ 67/m2. O segmento AA
apresentou faixa de preço pedido entre R$
60/m2 e R$ 110/m2, com média de R$ 78/m2.
A região Orla registrou a maior média,
e a do Centro, a menor - R$ 89/m2 e R$ 64/m2, nesta
ordem.
Para
os edifícios classe A, a faixa de valores
se situou entre R$ 42/m2 e R$ 90/m2, com média
de R$ 61/m2. A região Orla apresentou a maior
média também nesta categoria: R$ 70/m2,
e a Barra, a menor: R$ 47/m2. Segundo Lilian, para
o segundo semestre do ano, há uma previsão
de entrega de espaços da ordem de 80 mil
m2. A estimativa é de que, ao final do ano,
o estoque total do Rio ultrapasse os 900 mil m2.
São
Paulo: recorde de absorção
Na cidade de São Paulo, as regiões
com os melhores índices de redução
de vacância foram Moema, com queda de 31 pontos,
Marginal Pinheiros, Verbo Divino e Alphaville. As
demais regiões apresentaram estabilidade.
As chamadas áreas alternativas foram as que
tiveram a menor taxa de vacância no segundo
trimestre: 2,15%. Nas secundárias, por sua
vez, o índice foi de 10,09%.
A
aborção líquida medida na cidade
de São Paulo no período entre abril
a junho deste ano, de 130 mil m2, configura um recorde
trimestral da série histórica iniciada
em 1995, com destaque para as regiões da
Marginal Pinheiros, Faria Lima e Berrini, que tiveram
80 mil m2 ocupados. "Estas áreas receberam
novos edifícios no período, que foram
prontamente ocupados, mas todas as regiões
- exceto o Centro - mostraram absorção
líquida positiva. Na Barra Funda e nos Jardins,
por exemplo, 100% dos espaços encontram-se
ocupados", diz a gerente de pesquisas.
Preços
em São Paulo
Quanto aos valores de locação do trimestre,
os dados mostram pequena retração,
de 3%, decorrente da inexistência de ofertas
em alguns edifícios, cujos preços
pedidos costumam figurar entre os mais altos da
cidade.
Nos
empreendimentos de classe AA, situados em regiões
nobres, a faixa de preços de locação
no trimestre variou de R$ 50/m2 a R$ 120/m2 (média
de R$ 79/m2). Já nas zonas secundárias,
a variação ficou entre R$ 48/m2 a
R$ 83/m2 (média de R$ 61/m2). Por fim, nas
regiões alternativas, de R$ 48/m2 a R$ 80/m2
(média de R$ 56/m2).
Para
os empreendimentos de classe A, os preços
variaram entre R$ 32/m2 e R$ 115/m2 nas regiões
nobres (média de R$ 61/m2), de R$ 25/m2 a
R$ 52/m2 nas secundárias (média de
R$ 32/m2), e de R$ 36/m2 a R$ 47/m2 nas alternativas
(média de R$ 42/m2). A média geral
de preços verificada na cidade foi de R$
59.
O
total de escritórios de alto padrão
situados na cidade de São Paulo deverá
atingir 2,5 milhões de m2 ao final de 2008,
com a entrega de dez novos empreendimentos (em torno
de 190 mil m2), sendo quase 65% do segmento de alto
padrão.
Fonte:
InfoMoney
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Financiamento
de imóvel: no semestre, volume contratado
cresceu 34% na CEF
Roberta
de Matos Vilas Boas
24/07/08
SÃO
PAULO - De acordo com balanço divulgado nesta
quinta-feira (24), a Caixa Econômica Federal
atingiu um total de R$ 9,181 bilhões de contratações
na carteira habitacional no primeiro semestre deste
ano, o que representa um crescimento de 34% em relação
ao mesmo período de 2007, quando foram registrados
R$ 6,8 bilhões.
Apenas
nos programas implementados com recursos do FGTS
(Fundo de Garantia do Tempo de Serviço),
destinados às famílias com renda de
até R$ 4.900, o banco aplicou R$ 5,4 bilhões,
47% a mais que em 2007.
Segundo
a instituição, esses recursos resultaram
em 201 mil unidades habitacionais, beneficiaram
mais de 425 mil pessoas e proporcionaram a geração
de mais de 473 mil empregos.
Além
dos R$ 5,4 bilhões com recursos do FGTS,
nos seis primeiros meses de 2008, R$ 3,4 bilhões
foram aplicados com recursos próprios e do
SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
Novos
e usados
As contratações de crédito
imobiliário, em 2008, têm forte participação
das operações de aquisição
e reforma de imóveis usados. Atualmente esta
proporção é de 60% na quantidade
e 56% no valor contratado. No total, a concentração
de usados aumentou aproximadamente 10% em quantidade
e 2% em valores em relação a 2007.
Considerando
os valores médios de imóveis e financiamento,
não foram constatadas diferenças entre
novos e usados. Entre as unidades financiadas pelo
SBPE, o valor médio era de R$ 150 mil e,
no caso do FGTS, foi de R$ 55 mil e R$ 65 mil.
Feirões
da casa própria
No primeiro semestre, foram realizados feirões
da casa própria nas cidades de São
Paulo, Brasília, Salvador, Porto Alegre,
Belo Horizonte, Recife, Uberlândia, Fortaleza,
Curitiba e Rio de Janeiro.
O
evento contabilizou mais de R$ 4 bilhões
e cerca de 56 mil negócios fechados e encaminhados,
além de reunir mais de 500 mil pessoas.
São
Paulo
Somente no estado de São Paulo, a CEF realizou
mais de 41 mil empréstimos habitacionais,
totalizando R$ 2,4 bilhões. Os recursos do
FGTS foram responsáveis por R$ 1,39 bilhão
e os do SBPE por R$ 799 milhões.
Fonte:
InfoMoney
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